quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Refutando os ideais Marxistas

Por: João Otávio Alves Terra

Refutando Marx e os ideais Comunistas

Ligação com o Direito


Karl Marx, nascido no dia 5 de maio de 1818 na cidade de Tréveris (ou Trier, Alemanha), foi um filósofo da considerada "Era da Revolução". Além de filósofo, Marx atuava direta e indiretamente em áreas como a sociologia, história, economia, política, e até mesmo na área do Direito, dentre outras áreas. Dono de uma das teorias mais famosas e contraditórias do mundo, o Marxismo, Karl Marx influenciou várias nações comunistas de peso, como a antiga União Soviética, e escreveu um manifesto também considerado errôneo por muitos economistas e filósofos mundiais: O Manifesto do Partido Comunista. Na teoria, o Manifesto Comunista foi uma utopia; na prática, foi um desastre. Marx pecou em vários pontos de seu pensamento filosófico. As nações que adotaram a "Ditadura do Proletariado" levaram a palavra "Ditadura" muito a sério, e acabaram por fazer diversos massacres em seus territórios. O Manifesto que pregava o bem comum do povo acabou sendo a maior arma de destruição da sociedade. A contribuição histórica de Marx relaciona diretamente com o Direito, pois tudo que visa reforma política e social tem uma ligação com o mesmo. Acontecendo a revolução, acontece também a mudança de governantes, a mudança de leis, colocando as teorias filosóficas na mesma linha do Direito.
A Obra mais famosa de Karl Marx (em conjunto com Engels, o qual escreveu mais que o próprio Marx), "O Manifesto do Partido Comunista", traz em seu conteúdo os ideais da política social comunista. Tal política é ligada diretamente com o Direito, pois quem tem a intenção de "governar", tem a intenção de criar todo um código de leis para regular a vida em sociedade. A obra descreve a "opressão" do proletariado, feita pelos burgueses da época, e mostra toda a evolução burguesa até chegar ao ponto que chegaram. A mensagem passada aos leitores é de que existem dois polos no mundo capitalista: Os burgueses e o proletariado. Porém, a verdadeira intenção de Marx era simplesmente fomentar ainda mais a luta entre as classes, e não resolver o "problema" entre elas. Aliás, o que é ainda mais estranho é que um dos fundadores do maior discurso de ódio contra a população e contra a burguesia era, na verdade, um membro da burguesia. Marx foi sustentado sua vida toda, não trabalhou sequer uma semana de sua vida, e ainda assim escreveu um manifesto contra àqueles que o sustentavam.
Dentre várias de suas ideias estavam a ideia de acabar com a família tradicional: "Supressão da família!", diz ele em seu manifesto, completando ainda que até os comunistas mais radicais consideravam essa proposta um tanto quanto perigosa. Ainda, na linha da família, utilizava a falácia de que no mundo burguês e capitalista a mulher um "mero instrumento de produção", colocando ainda mais as pessoas umas contra as outras.
A proposta Marxista era de acabar com o Estado capitalista da época e implantar uma Ditadura do proletariado que, do contrário descrito no manifesto, acabou sendo severamente pior. Trocou-se um modelo de produção assalariado por um modelo de produção que oprimia muito mais a população, como é exposto no manifesto algumas iniciativas ligadas às leis e ao Direito:
1.       "Expropriação da propriedade fundiária e utilização da renda resultante para as despesas do Estado;" ou seja, o capital resoluto da expropriação iria para o Estado comunista, e não para o povo.
2.       "Imposto acentuadamente progressivo;" os impostos subiriam a cada imposto pago, fazendo com que o povo pagasse cada vez mais caro para a sobrevivência do Estado comunista que se dizia governo do proletariado.
3.       "Supressão do direito de herança;"  tudo o que foi conquistado por um pai não poderia ser passado ao seu filho, pois tudo iria para o Estado comunista.
4.       "Centralização do crédito nas mãos do Estado, por meio de um banco nacional com capital estatal e monopólio exclusivo;" o Estado comunista poderia controlar o capital, mas condenava o sistema capitalista. O povo não poderia ter sua renda, pois quem tem o monopólio exclusivo do dinheiro é o Estado, uma total injustiça contra o trabalhador: o pouco que recebiam era dado ao Estado, e progressivamente.


Estes são alguns exemplos dos ideais políticos ligados às leis e ao Direito. Está claro a intenção de criar, literalmente, uma ditadura de caráter totalitário (e foi o que foi feito em várias nações, como na antiga URSS, Cuba, e na atual Coréia do Norte). E isto perdura até os dias de hoje, com os partidos comunistas atuais tentando sempre o golpe comunista, porém com menos força e com chances bem menores.

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